Há 30 anos, em minha prática clínica, com adultos, as pessoas, em sua grande maioria, procuravam a psicoterapia com a finalidade de se conhecer. Apenas 20 ou 30% delas estavam em uma fase aguda de depressão ou tinham um histórico de doença mental grave. Já na prática com adolescentes, estes, na época e agora, são levados pelos pais, encaminhados pela escola, ou médico com indicaçōes específicas como distúrbios de atenção, ou de conduta, dificuldades de aprendizagem,etc., até os casos mais graves diagnosticados por encaminhamentos psiquiátricos. As crianças, igualmente. Hoje, em função de diversos motivos como: dificuldade financeira, maior índice de stress, mudança de valores, dificuldade de relacionamento, aumento de separaçōes conjugais, elevado índice de drogadição, etc, inverteu-se o percentual do motivo pelo qual os adultos procuram a psicoterapia. Normalmente chegam com questões bem pontuais, angustiados e com bastante pressa de resolver suas questōes. Claro, sinal dos tempos,estamos vivendo em uma época em que TEMPO significa dinheiro,perdemos o sentido de que TEMPO significa SABEDORIA.
Assim sendo, hoje, 10 a 20% dos adultos procuram a psicoterapia para se conhecer. No entanto, um grande número de pessoas, hoje, faz psicoterapia. O número de homens que passam por este processo aumentou consideravelmente e a psicoterapia passou a ser considerada uma necessidade fundamental. Quando se fala em inteligência emocional, pressupōe-se uma elaboração de diversos fatores que envolvem a vida de um indivíduo. Para tanto, é necessário que o indivíduo pare e reflita suas questōes mais íntimas. E que lugar melhor e mais seguro do que o setting terapêutico , onde a ética prevalece, extrapolando os ditames de um tempo sem leis, nem limites e falta de definição de valores?
Hoje, a psicoterapia não é mais privilégio de uma elite, muitas pessoas já tem acesso a ela, individualmente ou em grupo, disponibilizam seu tempo, pensando seus conteúdos internos, reorganizando suas idéias e reprogramando suas vidas.
A escolha do profissional, deverá ser cuidadosa, respeitando as normas estabelecidas pelo conselho de classe, no caso o CRP e as exigências estabelecidas pelas formaçōes sérias quanto ao processo psicoterápico e supervisōes de trabalho a que todo o profissional deverá se submeter.
Ellen Lamberg Carneiro Bond- CRP 08/689
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